domingo, 9 de outubro de 2011

Fim de semana no pesqueiro do Wilson, primeiro teste das iscas artificiais.

HPIM034_20Esse fim de semana minha irmã foi prestar vestibular na cidade de Santo Antônio do Leverger em MT. Como a cidade fica bem perto de alguns pesqueiros resolvi aproveitar o tempo em que ela estava fazendo as provas para dar uma pescadinha. Acabei indo no pesqueiro do meu amigo Wilson porque já fazia um bom tempo que eu não ia lá. Gostei muito do que vi. A estrutura do pesqueiro dele melhorou muito, inclusive dos tablados. O senhor Wilson continua super gente fina e sempre recebe todos com muita simpatia. Eu recomendo o pesqueiro do Wilson para quem quiser pescar pertinho de Cuiabá (cerca de 40km da cidade). Só to fazendo propaganda porque o Sr. Wilson é muito gente fina e merece mesmo. Quem for lá fala que foi o Felipe do Pesca Com Aventura que indicou hein rsrsrs!!! Para mais informações vide imagem abaixo:

pesqueiro do wilson

Bem passado o meu momento merchan, agora vamos aos peixes hehehe. Aproveitei que essa semana chegaram minhas primeiras iscas artificiais e logicamente fui testá-las. O resultado ao meu ver foi satisfatório, no primeiro dia  só deu  cachorras. Elas atacaram a isca como doidas e saiu uma cachorra atrás da outra, veja uma delas:

cachorra na artificial

Meu próximo desafio com as artificiais é fisgar um dourado. Na minha próxima pescaria irei até o ninho dos dourados e com certeza vou garantir um. Um detalhe que eu gostaria de citar na utilização da artificial foi que se eu não tivesse colocado um encastor eu certamente teria perdido minha isca, pois o mesmo ficou todo retorcido e dificilmente uma leader teria resistido a este ataque. Li em muitos lugares que o encastor atrapalha o trabalho da artificial e desencoraja o peixe. Isto é verdade sim, porém eu fiz questão de procurar um que causasse menos dano ao trabalho da isca e garantisse a sua segurança. Trata-se de um cabo de aço bem fino e flexível (parece até um fio de nylon) com um snap em uma extremidade, para trocar de artificiais, e um girador na outra extremidade para evitar retorcimento da linha. Veja no detalhe:

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No meu caso, que não tenho como ficar bancando artificiais, foi a melhor opção e acredito que foi melhor para o peixe também que não ganhou um piercing na boca. Também observei que o trabalho da isca não foi prejudicado, pois o cabo é flexível como uma linha e permite que a isca nade livremente.

No segundo dia, como de peixes esportivos só estava saindo cachorras, resolvi dar um descanso nas artificiais e usar o trio mais famoso de todos: minhoca, milho e massinha. O resultado foram dezenas de tchimburés e um belo exemplar de piavuçu com 1,5kg e 43cm. Veja ele na foto abaixo:

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Um detalhe engraçado foi que durante a pescaria recebi várias visitas no tablado de alguns galinhos de campina e de um socó, veja eles:

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E no final comi um peixinho frito preparado pelo seu Wilson porque ninguém é de ferro né heheheh.

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Bom é isso, espero que tenham gostado do resumo e boa semana e ótimas pescarias para todos

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